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Saúde e bem estar

Confira Aqui todas as dicas que você precisa para está sempre bem com sua saúde e seu bem estar físico e mental.

Fertilização in vitro – FIV e ICSI – Saiba tudo sobre Fertilização

By on 10 de agosto de 2015 in Saúde e bem estar with 2 Comments

Hoje vamos falar sobre duas formas muito procuradas para quem está em busca do sonho de ter um filho, gerar uma vida, às vezes devido a problemas pré-existentes esse sonho se torna um pouco mais difícil, por isso torna-se necessário recorrer a esses métodos.

Vamos conhecer a seguir os métodos FIV e ICSI de fertilização.

Fertilização In Vitro – FIV

Esse é o método mais famoso mais conhecido como Bebê de proveta. Esta técnica funciona a partir da coleta dos gametas para que possa ocorrer a fecundação em laboratório e logo após o embrião é desenvolvido ao útero para o desenvolvimento natural.

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A primeira vez que esse método foi utilizado foi na Inglaterra em 1978 e depois foi trazido para o Brasil em 1983, foi neste momento que passou a ser chamado de bebê de proveta, esse tema foi muito discutido na época e tema de muitas polêmicas, inclusive virou tema de novela.

Como é realizada a fertilização in vitro?

Para começar é preciso coletar os gametas, os espermatozoides serão obtidos por meio de masturbação, é possível que os gametas não sejam encontrados no sêmen de alguns homens e neste caso é necessário realizar uma punção diretamente dos testículos.

No caso das mulheres é realizada uma indução de ovulação com os medicamentos que são utilizados no coito programado, que podem ser consumidos oralmente com citrato de clomifeno ou por injeções subcutâneas através de gonadotrofinas.

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Feito a coleta é necessário realizar uma seleção dos espermatozoides e depois do óvulo que será fecundado. O processo é similar ao método natural. Não existem riscos de má formação, os riscos são iguais aos riscos da concepção natural.

Injeção Intracitoplasmática de espermatozoides – ICSI

Este é um método indicado para os homens que possuem problemas na geração dos gametas. Esse método consiste em colocar o espermatozoide diretamente no óvulo, em um procedimento realizado diretamente no laboratório, por isso é um tratamento que ocorre juntamente com o processo de fertilização in vitro, quando existe a necessidade.

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Ele foi realizado pela primeira vez na Bélgica em 1992 e após dois anos chegou a Brasil para auxiliar o processo de fertilização in vitro.

Como é realizado o procedimento

Após a coleta dos gametas do homem e da mulher e realizado a seleção, eles são levados diretamente ao laboratório onde o gameta masculino é injetado no óvulo maduro, este procedimento é realizado com uma agulha muito fina e com microscópio. Existe o risco que o óvulo se rompa, esse risco está em torno de 5%.

Depois de 18h após a injeção, o responsável pelo procedimento, o embriologista verifica se a fertilização realmente ocorreu e depois de 24 horas e 48 horas é verificado se o embrião está em desenvolvimento. Esse processo é conhecido como processo de clivagem. O procedimento tendo sucesso existe uma nova seleção onde os melhores embriões para serem inseridos no útero feminino.

É possível transferir até dois embriões em mulheres com até 35 anos, de 36 a 39 anos é possível inserir 3 embriões e acima dos 40 anos até 4 embriões.

Hertix – O que é, dói, benefícios e muito mais

By on 5 de setembro de 2014 in Saúde e bem estar with 1 Comment

O Hertix é um aparelho que gera radiofrequência que através do efeito da corrente elétrica alternada de alta frequência induz calor nos tecidos dérmicos.
Esse tratamento tem como objetivo aumentar a temperatura do tecido entre 38° a 40°C e mantê-la. Isto desencadeia uma sequência de reações fisiológicas: o aquecimento do tecido induz o aumento da circulação local e estímulo à formação de novo colágeno.

Nesse artigo você vai conhecer um pouco mais desse tratamento estético revolucionário, como funciona e seus benefícios.

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Hertix – O que é, dói, benefícios e muito mais

Como funciona o tratamento Hertix?

Durante a aplicação do tratamento Hertix, o calor gerado deve ser monitorado de acordo com o relato do paciente e medido através de um termômetro. Desta forma, a profissional monitora o aumento de temperatura até que a temperatura ideal seja atingida. É usado de cinco a dez minutos de aplicação por região, portanto o tempo total de aplicação é de acordo com a necessidade do paciente.

De um modo geral, o aquecimento tecidual endógeno é conseguido através das características construtivas para cada tipo de eletrodo aplicador, onde o fluxo da corrente elétrica de alta frequência no tecido local provoca a elevação da temperatura por efeito joule (aquecimento seletivo tecidual). Dessa forma, as fibras colágenas contraem aumentando a síntese de um novo colágeno (neocolagenese progressiva). Além disso, há um incremento no aporte sanguíneo e vascularização na área promovendo a descompressão dos tecidos tratados, justificando os efeitos do fluxo da corrente de radiofrequência na celulite, fibrose, aderências teciduais e flacidez de pele.

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Quais são os Benefícios do tratamento Hertix?

  • Redução da flacidez da pele;
  • Melhoramento do aspecto e aparência da pele;
  • Redução da celulite de grau 1 a 3;
  • Rejuvenescimento da pele;
  • Adiposidade localizada.

O tratamento Hertix possui resultados comprovados imediatos e de longo prazo, o aquecimento induzido aumenta o metabolismo das células dos fibroblastos e a remodelação do colágeno, o que gera a aparência de uma pele mais firme e retraída em longo prazo.

As regiões de aplicação são: Braço, pernas, colo do peito e abdômen (Flacidez); Coxa posterior e anterior (Regiões com celulite grau 1 a 3); Glúteos; Região de fibrose pós-cirúrgica.

O Tratamento Hertix dói ou possui algum efeito colateral?

Muito pelo contrário do que aparenta ser, o tratamento Hertix é indolor, não é invasivo e não ablativo, o que faz com que a rotina diária dos pacientes não seja alterada. O procedimento é acompanhado por uma sensação de intenso calor e eritema moderado que é mantido por algumas horas.

Tecnicamente e de um modo geral o Hertix se torna um tratamento possível de ser realizado em qualquer época do ano ou fototipo do paciente.

Quando falamos de com que frequência se deve realizar o tratamento Hertix, o número de sessões se relaciona ao objetivo do tratamento, metabolismo individual, tipo de pele, grau de flacidez e idade. Mas é possível nas primeiras sessões observar os resultados positivos.

O Tratamento Hertix é contra indicado para pessoas que utilizam Utilizar marca passos, apresenta câncer com metástase, está em estado de gravidez, possui diabetes mellitus, possui infecções sistêmicas e imunossupressão, ou trombose ou está em pós-operatório imediato.

Bactéria h pylori – Causas, Fatores de riscos e como evita-la

By on 17 de agosto de 2014 in Saúde e bem estar with 1 Comment

Helicobacter pylori (H. pylori) é a bactéria responsável pela maioria das úlceras e muitos casos de inflamação do estômago (gastrite crônica).

Essas bactérias podem enfraquecer o revestimento que protege o estômago, permitindo que os sucos digestivos irritem as paredes do estômago.

Para um maior conhecimento, o H. pylori é uma bactéria cilíndrica dotada de flagelos em forma de cílios compridos que lhe permitem fixar-se à superfície da mucosa gástrica. Consegue viver no estômago graças à capacidade de converter a ureia presente no suco gástrico, em amônia e gás carbônico, processo que lhe fornece a energia necessária para tocar o dia a dia.

Ela é nos primeiros anos de vida, a infecção persiste indefinidamente, a menos que tratada. É mais comum encontrá-la nos mais velhos; especialmente naqueles que passaram a infância em condições socioeconômicas desfavoráveis.

Mais de 50% da população mundial estão infectados pelo H. pylori. A maioria esmagadora dessas pessoas convive com a infecção sem apresentar sintomas.
A presença do H. pylori é considerada fator associado (cofator) ao desenvolvimento de três patologias gastrintestinais: úlceras gástricas e duodenais (em 1% a 10% dos portadores), câncer de estômago (em 0,1% a 3%) e linfoma do tipo MALT, doença maligna que se instala em cerca de um paciente para cada 10 mil infectados.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) considera o H. pylori um agente carcinogênico.

A erradicação da infecção cura mais de 80% das úlceras gástricas e duodenais que não tenham sido provocadas pelo uso de anti-inflamatórios, drogas que podem causá-las mesmo na ausência da bactéria.

Nos casos em que a infecção causa um processo inflamatório na mucosa gástrica, a probabilidade de câncer de estômago aumenta. Não está claro se eliminá-la reduz o risco.

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Bactéria h pylori – Causas, Fatores de riscos e como evita-la

Causas da Bactéria h pylori

É relatado que metade da população mundial está infectada com H. pylori. Pessoas que vivem em países em desenvolvimento ou superpopulosos, com condições precárias de higiene, são mais propensas a contrair a bactéria, que é transmitida de uma pessoa à outra. A H. pylori só cresce no estômago e é geralmente contraída durante a infância.

Bactéria hpylori é responsável pela forma mais grave de gastrite e um fato curioso é que muitas pessoas têm esse organismo no estômago, mas não têm úlcera nem gastrite. O consumo de café, fumo e álcool aumenta o risco de úlcera causada por H. pylori.

Através de exames simples de sangue, de respiração e de fezes podem determinar se alguém está infectado com H. pylori. Se os sintomas aparecerem, o médico determinará se esses exames são necessários.

Contudo, a maneira mais precisa de diagnosticar a H. pylori é através da endoscopia digestiva alta do esôfago, estômago e duodeno. Por ser muito invasivo, esse procedimento só é geralmente recomendado para pessoas com suspeita de úlcera, ou com alto risco de ter úlcera ou outras complicações causadas pela H. pylori, como câncer de estômago.

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Fatores de risco.

Dessa forma, os fatores de risco incluem ter mais de 45 anos ou apresentar sintomas como:

  • Anemia
  • Dificuldade em engolir
  • Sangramento gastrointestinal
  • Perda de peso sem razão

Somente através de um acompanhamento médico correto, exames respiratórios e de fezes podem mostrar se a infecção foi curada.

Inseminação artificial – preço

By on 11 de agosto de 2014 in Saúde e bem estar with 43 Comments

Independente de considerarmos o fato de ter simplificado a gravidez de milhões de famílias ao redor do mundo, as técnicas de reprodução assistida ainda contam com um grande empecilho para transformarem ainda mais vidas: o preço. Em média, o custo das técnicas pode variar de R$ 600 a R$ 15 mil, dependendo do método utilizado para combater a infertilidade. O preço também pode variar de cidade para cidade. Um tratamento em São Paulo custa mais caro que o mesmo aqui em Belo Horizonte.

Basicamente, a reprodução assistida é cara por se tratar de um procedimento de alta tecnologia. O meio de cultura onde os embriões se desenvolvem, por exemplo, não é barato. Além do que, os profissionais que a realizam são altamente treinados. Existe ainda o alto custo dos medicamentos. Os hormônios mais baratos custam em média R$ 100. Os mais caros, podem chegar a R$ 5 mil.

Realidade dura – Quanto custa a reprodução assistida?

Inseminação artificial

Inseminação artificial

Os preços variam de método para método. Enquanto os mais baratos podem custar, em média, R$ 400, os métodos mais caros chegam a, aproximadamente, R$ 8 mil.

    • Relação sexual assistida – de R$ 350 a R$ 600
    • Tratamento que inclui consultas ao ginecologista e ultrassom – de R$ 300 a R$ 500
    • Hormônios, simples, tomados de forma oral – de R$ 50 a R$ 100.
    • Inseminação artificial – de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil
    • Tratamento que inclui consultas, recolhimento e tratamento do esperma e inserção no útero – de R$ 500 a R$ 2 mil
    • Hormônios injetáveis – R$ 1 mil
    • Fertilização in vitro clássica – de R$ 10,5 mil a R$ 14 mil
    • Tratamento que inclui consultas, exames, fertilização e inserção no útero – de R$ 7 mil a R$ 9 mil
    • Hormônios e medicamentos – de R$ 3 mil a R$ 5 mil
    • Fertilização in vitro com inserção de esperma – de R$ 11,3 mil a R$ 16,5 mil
    • É o valor da fertilização in vitro clássica, mais o procedimento de injeção do espermatozoide dentro do óvulo, que custa entre R$ 800 a R$ 2,5 mil.
    • Fertilização in vitro simplificada – aproximadamente R$ 5 mil
    • Tratamento que inclui consultas, exames, fertilização e inserção no útero – R$ 3,5 mil.
    • Hormônios e medicamentos – R$ 1,5 mil
    • Doação de óvulo – R$ 15 mil a R$ 18 mil

Além da fertilização in vitro e dos hormônios, os compradores pagam uma taxa referente ao tratamento da doadora do óvulo (a doadora não paga nada pela cessão do óvulo). No total, o valor varia entre R$ 15 mil e R$ 18 mil.

Doação de esperma – de R$ 8,3 mil a R$ 11,5 mil
Além da fertilização in vitro, é preciso comprar o sêmen em um banco de esperma. O valor varia entre R$ 800 e R$ 2,5 mil.
Doação do útero – aproximadamente R$ 15 mil
O casal que pretende ter o filho também é responsável por pagar o tratamento e os hormônios da doadora do útero.
Vale acrescentar que a legislação brasileira proíbe a chamada “barriga de aluguel”, isso é, pagar alguém para receber o embrião de um casal.
Diagnóstico pré-implantacional (PGD) – de R$ 16,5 mil a R$ 20 mil
Geralmente, além do processo de fertilização in vitro clássico e seus hormônios, o casal paga pelo exame genético nos embriões. Para quatro embriões, o valor médio do exame é de R$ 6 mil.

Tratamento gratuito de Inseminação artificial

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Tratamento gratuito de Inseminação artificial

Hoje em dia, há apenas nove hospitais públicos brasileiros que realizam tratamentos de reprodução assistida de forma gratuita.

O Ministério da Saúde discute implementar tratamentos de reprodução assistida de forma gratuita em todo o Brasil, porém ainda não há condições para que isso seja realizado.

Infelizmente, independente de disponibilizarem o tratamento de forma gratuita, os hospitais não conseguem garantir o acesso da população aos hormônios. “Algumas farmácias, por conta própria, oferecem descontos. Mas os hormônios e medicamentos exigidos para o tratamento não são distribuídos de forma gratuita e nem têm versões genéricas”.

A reprodução assistida pode ser feita de forma gratuita em nove hospitais públicos do Brasil. Os outros hospitais que disponibilizam a reprodução assistida de forma gratuita são

    • Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte; Hospital Materno Infantil de Brasília;
    • Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre;
    • Hospital das Clínicas de Porto Alegre; Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo;
    • Centro de Referência da Saúde da Mulher São Paulo – Pérola Byington;
    • Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP);
    • Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira em Recife (PE).

Colágeno para que serve – Funções e benefícios

By on 7 de agosto de 2014 in Saúde e bem estar with 0 Comments
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Colágeno para que serve – Funções e benefícios

Muitas pessoas ainda não sabem, mas o colágeno é uma espécie de proteína e uma de suas principais funções é formar fibras que dão sustentação à pele e para as pessoas que se exercitam, contribui também na formação dos músculos. Siga mais dicas do colágeno para que serve.

O colágeno é extraído do osso e da cartilagem do boi e passa pelo processo de hidrólise que é a quebra das moléculas de proteína para ser mais facilmente absorvido pelo organismo.

Acompanhem nesse artigo as funções e benefícios do Colágeno. Assim também como onde ele é aplicado cosmeticamente e para quê ele é indicado.

Funções e benefícios do Colágeno.

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Quando transformado em colágeno hidrolisado que é um tipo especial de gelatina que por sua vez contém os aminoácidos essenciais glicina e prolina em concentração 20 vezes maior do que outras proteínas.

Esses aminoácidos são componentes importantes do tecido conjuntivo e asseguram sua consistência e elasticidade.

Ele também tem efeito regenerativo em ossos e articulações.

 

 

Dessa forma os benefícios principais do Colágeno hidrolisado são:

  • O retardo do envelhecimento a prevenção de rugas;
  • O Combate a flacidez da pele;
  • O Fortalecimento das unhas e dos cabelo;
  • Contribui para saúde dos ossos;
  • Combate celulite e estrias;
  • Auxilia no funcionamento do sistema linfático;

O colágeno é considerado por muitas pessoas como uma proteína “mágica” para deixar a pele mais firme. Muitos dermatologistas já provaram que, ao usar produtos de beleza que levam o composto em sua fórmula, a pele torna-se mais macia, firme e saudável. O colágeno também ajuda na manutenção do tônus muscular deixando a pele mais firme e menos flácida.

Indicações e deficiência do Colágeno.

O uso do Colágeno Hidrolisado é indicado para pessoas acima de 30 anos. Como suplemento nutricional é indicado para pessoas fisicamente ativas que desejam aumentar o consumo de proteínas, assim como para o fortalecimento de unhas e cabelos. Contudo, também é indicado em processos de cicatrização e recuperação de lesões e em processos de emagrecimento.

Vale ressaltar que, a deficiência de colágeno está também associada à diminuição da espessura do fio capilar e com a desidratação e perda de elasticidade da pele, culminando em flacidez e no aparecimento de rugas e estrias. Além disso, a deficiência de colágeno também prejudica as articulações e enfraquece os ossos.

O colágeno hidrolisado é reconhecido como um ingrediente alimentício pelo Ministério da Saúde e pelo FDA (órgão que regulamenta alimentos e bebidas nos EUA) e atualmente já é possível observar no mercado alguns alimentos enriquecidos com essa proteína. O colágeno é facilmente encontrado em lojas de produtos naturais, orgânicos ou farmácias.

Você pode usar tanto o colágeno em cápsulas quanto em pó. É encontrado em pequenas quantidades nos alimentos que contém proteína como a carne e leite e nas gelatinas.

Modo de usar o colágeno

Com apenas 10g de colágeno por dia, obtém-se o fornecimento ideal desse aminoácido tão importante. Dilua uma colher de sopa do Colágeno Hidrolisado em 200 ml a 250 ml de suco ou outro líquido de sua preferência e tomar 30 a 60 minutos antes do jantar.

Alimentos ricos em ferro

By on 26 de julho de 2014 in Saúde e bem estar with 0 Comments

Todos nós sabemos que o consumo de alimentos ricos em ferro pode curar vários tipos de anemia e é importante em todas as fases da vida, mas, em especial, para gestantes, bebês e idosos, que possuem uma necessidade maior de ferro no organismo. Da mesma forma, as mulheres em idade fértil possuem uma maior necessidade de ferro que os homens.

Contudo, os alimentos de fonte animal apresentam uma absorção de Ferro entre 20 a 30% do total do mineral ingerido, enquanto os alimentos de origem vegetal ricos em Ferro permitem uma absorção em torno de 5% do total de Ferro que possuem em sua composição.

Dessa forma, os alimentos ricos em ferro para anemia, de origem vegetal, devem ser consumidos sempre com uma fonte de vitamina C para melhorar a absorção de Ferro. No caso de carnes e outros alimentos de origem animal esse cuidado não é necessário porque o Ferro é absorvido com facilidade.

Aliando as fontes de absorção de nutrientes.

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Alimentos ricos em ferro

Quando formos escolher alimentos mais ricos em ferro para anemia é importante consumir uma fonte de vitamina C sempre que comer um alimento vegetal rico em Ferro. Exemplos dessas fontes é o arroz com feijão preto e laranja de sobremesa.

É preciso consumir alimentos ricos em Cálcio com as principais refeições, como iogurtes, pudim, leite ou queijo. O cálcio é um inibidor natural da absorção do Ferro.

Comer alimentos integrais apenas em refeições como o lanche ou o café da manhã e não ao almoço e jantar. Os Fitatos presente em maior quantidade nos cereais e fibras dos alimentos integrais, por exemplo, diminui a eficiência da absorção do Ferro presente nos alimentos.

O Ato de cozinhar em uma panela de ferro é uma forma de aumentar a quantidade de ferro de alimentos pobres, como o arroz, por exemplo, e misturar frutas e legumes nos sucos também pode ser uma excelente forma de enriquecer a dieta em ferro. Duas ótimas receitas ricas em ferro são o suco de abacaxi batido no liquidificador com salsinha fresca e o bife de fígado acebolado.

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Necessidades diárias

Com o intuito de prevenir ou tratar a anemia, além do suplemento de sulfato ferroso, que o médico em geral prescreve, o cuidado com a alimentação inserindo alimentos ricos em ferro para anemia faz parte do tratamento.

A necessidade diária de Ferro, varia consoante a idade e gênero, pois as mulheres têm uma maior necessidade de ferro que os homens, especialmente durante a gravidez.

Bebês: 7-12 meses – 11 mg
Crianças: 1-3 anos – 7 mg
Crianças: 4-8 anos – 10 mg
Meninos e Meninas: 9-13 anos – 8 mg
Meninos: 14-18 anos – 11 mg
Meninas: 14-18 anos – 15 mg
Homens: >19 anos – 8 mg
Mulheres: 19-50 anos – 18 mg
Mulheres: > 50 anos – 8 mg
Grávidas – 27 mg
Nutrizes: < 18 anos – 10 mg Nutrizes: > 19 anos – 9 mg

De acordo com as quantidades mencionadas, as necessidades diárias de ferro aumentam na gravidez porque aumenta a quantidade de sangue no organismo e, por isso, é necessário ferro para produzir mais células do sangue, assim como o ferro é necessário para o desenvolvimento do bebê e da placenta. Atingir as necessidades de ferro na gestação é muito importante, mas pode ser necessário suplementação de ferro na gravidez, que deve ser sempre aconselhada pelo médico.

Geralmente, os alimentos pobres em ferro são os doces e os alimentos ricos em carboidratos, como as massas, pães brancos, biscoitos e bolos.
Contudo, esses alimentos não devem deixar de ser consumidos, pois geram mais energia para o organismo e são uma boa fonte de calorias.

Lembrando que o leite é um alimento pobre em ferro e o cálcio presente na sua composição também diminui a sua absorção. O leite materno é o único leite que permite boa absorção de ferro.

Assim também como a proteína da soja e a proteína do ovo também são elementos que inibem a absorção do Ferro do alimento.

Certos alimentos como o vinho tinto, o chocolate e mesmo algumas ervas utilizadas para fazer chá, por possuírem polifenóis e fitatos, componentes naturais na sua composição, são inibidores da absorção do Ferro. Por isso, apesar de possuir Ferro em sua composição, não são uma boa fonte de ferro, já que o corpo não consegue aproveitá-lo. São alimentos com baixa biodisponibilidade de Ferro.

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